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Psychobilly Brazuca
July 04, 2006 08:53 PM PDT
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A primeira banda que eu tive foi uma banda de Rockabilly que se chamava Cadillacs e depois mudou para Sleep Walkers...ainda tenho algumas coisas registradas em VHS e um detalhe que vcs não vão acreditar, ganhamos um campeonato de bandas no colégio na época do Ginásio, acho que isso foi em 89-90 e gravamos uma musica em um vinil que guardo na minha estante com o maior carinho.

Gravamos uma versão de Honey Don´t “ O Lindão” dos Grilos Barulhentos em homenagem a um grande amigo “ Billy Gato” que faleceu depois do show do Guana Bats.

Saímos na capa do disco e acho que isso foi a única coisa que valeu a pena porque a versão da musica ficou escrota pra caralho, no dia da gravação só rolou playback com som de sintetizador...auhauah

Depois resolvi largar de ter banda pra tocar cover e montar minha primeira banda “séria”, foi quando sentei com meu irmão e mais um fita que era o maior fâ de Stray Cats que eu já conheci “Alessandro” e começamos a ensaiar...era muito tosco isso..

Tocamos em alguns lugares, mais era em casa de camaradas, festas que rolavam nas garages “que saudades disso” mais nem nome ainda tínhamos escolhido.

Na época o presidente já fazia algumas festas “acho que isso foi em 93” e rolou de tocar no Clube das Bandeiras, lembra disso Morto ???

Foi dae que tivemos que escolher um nome na correria. Bebemos a noite toda e a porra do nome não brotava...foi quando no domingo de manhã toca a campainha logo cedo e meu pai lança:

- Atende esta merda que a esta hora só pode ser Crente, alias porque vcs não colocam o nome da banda de Crente.....auhauahu

Dae fodeu, achamos o máximo, porque lembrava Cramps e ao mesmo tempo era polemico porque psychobilly não tinha nada haver com religião, além de estava Crentes que queria montar uma banda de psychobilly ou que tivesse influencia.

Foi quando nomeei a banda de KRENTS, não significava porra nenhuma, tava engraçado e com certeza um dia ia dar merda...mais isso já é outra historia..

The Krents 93

Luiz Teddy – Vocais / Guitarra
Piu Piu – Batera
Alessandro – baixo

The Krents 93 – 94

Luiz Teddy – Vocais / Guitarra
Piu Piu – Batera
Igor – baixo

Neste período o Deni que tocou baixo comigo no Boogie´n Blues também participou da banda como guitarra base

The Krents de 94 – 95

Luiz Teddy – Vocais
Piu Piu – Batera
Leandro – Guitarra Solo
Igor – Baixo

The Krents de 95 – 97

Luiz Teddy – Vocais
Piu Piu – Batera
Leandro – Guitarra Solo
Igor – Guitarra Base
Snorks – Baixo

De 97 à 2003 a banda morreu
Nessa época montei o Boogie´n Blues e depois o Run Devil Run

The Krents – 2003 / 2004

Luiz Teddy – Vocais
Piu Piu – Batera, depois substituído pelo Bruno
Igor – Guitarra Base
Snorks – Baixo, depois substituído pelo Devilok

The Krents – 2004 / 2005

Luiz Teddy – Vocais
Bruno – Batera,
Igor – Guitarra Base
Devilok – Baixo

KRENTS ATUAL

Luiz Teddy – Vocais
Devilok – Baixo
Milton monstro – Guitarra
Fabio Koveiro – batera

By Luiz Teddy

www.krents.fotoblog.uol.com.br
www.psychobilly.com.br

Rockabilly
June 29, 2006 01:36 PM PDT
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Algo especial ocorre quando Brian Setzer pega a sua Gretsch 6120 ano 1959 e entra em ação. Vê-lo tocando – com o Stray Cats, a Brian Setzer Orchestra ou sua nova banda, a ’68 Comeback Special – é testemunhar um guitarrista de incrível habilidade e elegância. Setzer pode incendiar a escala com a coragem e ousadia de um corredor de motocross, tocar be-bop como um jazzista e usar dedilhado como um nativo de Nashville. Ele também pode derreter o coração de seu público com viagens vocais na região de Sinatra. E ele também toca banjo muito bem.

Depois que o Stray Cats terminou, em 1994, Setzer concentrou-se em outro estilo quase esquecido – o swing. Ele cultivou seu conceito de big band e dedicou-se a uma banda de 17 componentes nos álbuns Brian Setzer Orchestra, de 1994, e Guitar Slinger, de 1996. A big band era uma aventura arriscada para Setzer, que admite ter temido que o conceito não desse certo. Mas, como o swing voltou a ser moda no final da década de 90, ele alcançou as paradas de sucesso outra vez com os álbuns da Brian Setzer Orchestra Dirty Boogie e Vavoom!. Setzer parece ter dado uma volta completa com o lançamento de Ignition – um disco de rockabilly incendiário com sua primeira formação em trio desde o Stray Cats. Já se passaram 20 e poucos anos desde que Setzer revitalizou as raízes do rock, e Ignition mostra o guitarrista em sua mais explosiva atuação.

Welcome!
October 15, 2007 12:25 PM PDT

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